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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Questão Nuclear na 2ª Guerra Mundial




No final da Segunda Guerra MundialHiroshima e Nagasaki, duas importantes cidades Japonesas, sofreram um ataque com bombas nucleares. Os EUA, por meio da ação militar da Força Aérea, sob ordens do presidente norte-americano Harry S. Truman, bombardearam as duas cidades japonesas nos dias 6 e 9 de agosto de 1945.
Em Hiroshima foi jogada a bomba atômica “Little Boy” e, três dias depois, a bomba “Fat Man” em Nagasaki. Até os dias de hoje, as duas bombas foram as únicas armas nucleares utilizadas de fato numa guerra. Estima-se que cerca de 140.000 pessoas morreram em Hiroshima e 80.000 em Nagasaki, além das mortes ocorridas posteriormente aos ataques em decorrência da exposição radioativa.
A maioria dos mortos era composta por civis, mulheres, idosos e crianças, pessoas que não estavam combatendo na guerra. As bombas atômicas forçaram a rendição das tropas do Império do Japão em 15 de agosto de 1945, em 2 de setembro do mesmo ano foi assinado o armistício oficial e o fim da II Guerra Mundial.
As bombas foram resultado do Projeto Manhattan, um trabalho planejado pelos EUA em parceria  com o Reino Unido e o Canadá. O propósito inicial era ter uma bomba contra a Alemanha Nazista.
O primeiro dispositivo nuclear foi testado em 16 de julho de 1945, em Los Alamos, estado no Novo México. A escolha de Hiroshima e Nagasaki foi feita a partir de análises e interesses militares, essas duas cidades japonesas eram regiões mais avançadas industrialmente no Japão.
Inicialmente, além de Hiroshima e Nagasaki, as cidades de Kyoto e Kokura também foram referidas como possíveis alvos. O Conselho de Alvos (Target Committee) buscou uma região que não fosse militar.
A cidade de Kyoto foi excluída por ser habitadas por intelectuais e pela sua importância cultural e religiosa. No fim da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha e Itália (aliados do Japão) já haviam se rendido, Japão estava prestes a se render, mas como ainda apresentava resistências, os EUA resolveram antecipar o final da guerra pelo uso das duas bombas atômicas e mostrar seu forte poderio militar.
Hiroshima
A bomba “Little Boy” possuía 60 kg de urânio, ao ser jogada, detonou a 576 metros de altura. Levou 43 segundos para cair, e automaticamente, os gatilhos de tempo e barométrico acionaram o detonador que disparou um projétil de urânio que iniciou uma reação em cadeia.
Nagasaki
A bomba “Fat Man” era composta de plutônio, iria ser lançada sobre a cidade de Kokura, mas devido a falta de visibilidade, o avião mudou a trajetória rumo a Nagasaki. Por falta de combustível e baixa visibilidade sobre Nagasaki, o avião jogou a bomba no alvo errado, em meio de um vale. A bomba explodiu a 600 metros de altura no intuito de maximizar os danos: destruição de edifícios, onda de calor, detritos e forte radiação.

Fonte: 1

O Nazismo e o Massacre das Minorias




No ano de 1933, Hitler chega ao poder como Chanceler da Alemanha. Ressentido pela humilhação do Tratado de Versalhes, pois a Alemanha foi obrigada a pagar elevadas indenizações, a perder as colônias, perder direito de posse de um exército e qualquer tipo de fortificações e, como qualquer outro país, estava em dificuldades depois da Grande Depressão. Hitler prometeu "rasgar" o Tratado.
Com a subida de Hitler ao poder estava instalada na Alemanha uma ditadura absoluta, que era alimentada por uma ideologia nazi racista.

O Massacre das minorias ou Holocausto foi uma prática de perseguição política, étnica, religiosa e sexual estabelecida durante os anos de governo nazista de Adolf Hitler. Segundo a ideologia nazista, a Alemanha deveria superar todos os entraves que impediam a formação de uma nação composta por seres superiores. Segundo essa mesma idéia, o povo legitimamente alemão era descendente dos arianos, um antigo povo que – segundo os etnólogos europeus do século XIX – tinham pele branca e deram origem à civilização européia. 


Dessa forma, para que a supremacia racial ariana fosse conquistada pelo povo alemão, o governo de Hitler passou a pregar o ódio contra aqueles que impediam a pureza racial dentro do território alemão. Segundo o discurso nazista, os maiores culpados por impedirem esse processo de eugenia étnica eram os ciganos e – principalmente – os judeus. Com isso, Hitler passou a perseguir e forçar o isolamento em guetos do povo judeu da Alemanha. 



Dado o início da Segunda Guerra, o governo nazista criou campos de concentração onde os judeus e ciganos eram forçados a viver e trabalhar. Nos campos, os concentrados eram obrigados a trabalhar nas indústrias vitais para a sustentação da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Além disso, os ocupantes dos campos viviam em condições insalubres, tinham péssima alimentação, sofriam torturas e eram utilizados como cobaias em experimentos científicos. 



 Eram capturados e levados em comboios para os campos de concentração. Mas muitos deles não conseguiam chegar com vida, pois morriam com doenças e fome, porque a viagem era muito longa e as condições higiênicas não eram as melhores, visto que viajavam em vagões para o gado, apinhados e só havia uma balde para as necessidades. Não havia água nem alimentos. Quanto aos outros (aqueles que aguentavam a viagem) não sabiam para onde iam nem o que os esperava embora lhes tivesse sido dito quando embarcaram nos comboios que iam emigrar para trabalhar no Leste da Europa.
Chegados aos campos eram separados por filas de mulheres, outras de homens e de crianças. Aqueles que estavam em condições físicas iriam trabalhar, (pensando que iriam sobreviver), os outros seriam imediatamente mortos. Os judeus eram levados para as câmaras de gás, onde se despiam e em seguida eram mortos com gás. Depois os corpos eram queimados em crematórios ou então faziam-se algumas atrocidades, como : utilização da pele para candeeiros ou experiências médicas com as crianças

É importante lembrar que outros grupos sociais também foram perseguidos pelo regime nazista, por isso, foram levados aos campos de concentração. Os homossexuais, opositores políticos de Hitler, doentes mentais, pacifistas, eslavos e grupos religiosos, tais como as Testemunhas de Jeová, também sofreram com os horrores do Holocausto. Dessa forma, podemos evidenciar que o holocausto estendeu suas forças sobre todos aqueles grupos étnicos, sociais e religiosos que eram considerados uma ameaça ao governo de Adolf Hitler. 

Fontes: 12.


Socialismo




Do ponto de vista político e econômico, o comunismo seria a etapa final de um sistema que visa a igualdade social e a passagem do poder político e econômico para as mãos da classe trabalhadora. Para atingir este estágio, deveria-se passar pelo socialismo, uma fase de transição onde o poder estaria nas mãos de uma burocracia, que organizaria a sociedade rumo à igualdade plena, onde os trabalhadores seriam os dirigentes e o Estado não existiria.Na visão do pensador e idealizador do socialismo, Karl Marx, este sistema visa a queda da classe burguesa que lucra com o proletariado desde o momento em que o contrata para trabalhar em suas empresas até a hora de receber o retorno do dinheiro que lhe pagou por seu trabalho. Segundo ele, somente com a queda da burguesia é que seria possível  a ascensão dos trabalhadores. 
A sociedade visada aqui é aquela sem classes, ou seja, onde todas as pessoas tenham as mesmas condições de vida e de desenvolvimento, com os mesmos ganhos e despesas. Alguns países, como, por exemplo, União Soviética (atual Rússia), China, Cuba e Alemanha Oriental adotaram estas idéias no século XX. A mais significativa experiência socialista ocorreu após a Revolução Russa de 1917, onde os bolcheviques liderados por Lênin, implantaram o socialismo na Rússia.
Porém, após algum tempo, e por serem a minoria num mundo voltado ao para o lucro e acúmulo de riquezas, passaram por dificuldades e viram seus sistemas entrarem em colapso.Atualmente, somente Cuba, governada por Fidel Castro mantém plenamente o sistema socialista em vigor. Mesmo enfrentando um forte bloqueio econômico dos Estados Unidos, o líder cubano consegue sustentar o regime, utilizando, muitas vezes, a repressão e a ausência de democracia.
Nesse sentido, o socialismo propõe a extinção da propriedade privada dos meios de produção e a tomada do poder por parte  do proletariado,  controle do Estado e divisão igualitária de renda.

Fontes: 12


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Escócia




A Escócia, com uma população de cerca de 5 milhões de pessoas, abrange uma área de mais de 78.000 km2, incluindo 790 ilhas, 6.000 lagos e 600 rios. É uma das quatro nações que compõem a Grã Bretanha (as outras três são Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte), e tem duas línguas nacionais: o inglês e o gaélico.
Durante a sua longa existência, a Escócia foi invadida, saqueada e ocupada por uma série de culturas e sociedades, incluindo os celtas, os romanos, os escoceses, os pictos e os vikings.
A história da Escócia se tornou famosa através do interesse internacional suscitado pela longa disputa entre essas duas nações fronteiriças, Escócia e Inglaterra.


Área: 78.782 km²
Capital: Edimburgo
População: 5,06 milhões (estimativa 2001)
Densidade demográfica: 64 hab/km2
Nome Oficial:  Escócia (em inglês Scotland)
Nacionalidade: escocês
Governo: Monarquia Constitucional
Divisão administrativa: dividida em 32 áreas de concelho
Fundação: 13 de fevereiro de 858.
Idioma: inglês e gaélico escocês (oficiais)
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,939 (padrão elevado)



A Escócia é conhecida também por suas lendas, uma delas, a mais conhecida é a do Monstro do Lago Ness:



O primeiro relato sobre a existência do Monstro é de 1923. Alfred Cruickshank avistou uma criatura com cerca de 3 metros de comprimento e dorso arqueado. Mas a popularidade chegou somente em 2 de Maio de 1933 quando foi relatado sua aparição pelo jornal local Inverness Courier em uma reportagem cheia de sensacionalismo. No artigo conta-se que um casal viu um monstro aterrorizante a entrar e sair da água. A notícia gerou sensação e um circo chegou mesmo a oferecer 20000 libras pela captura da criatura. A esta oferta seguiu-se uma onda de avistamentos que resultaram em 19 de Abril de 1934 na mais famosa fotografia do monstro, tirada pelo cirurgião R.K. Wilson. A fotografia circulou pela imprensa mundial como prova absoluta da existência real do monstro.


A fotografia era uma fraude e somente em 1994 Marmaduke Wetherell, repórter free lancer do Daily Mail, confessou ter falsificado a fotografia em busca de um furo jornalístico. Wetherell afirmou também que decidiu usar o nome do Dr. Wilson como autor para conferir mais credibildade ao embuste.


Muitos acreditam que o animal seja apenas um Pleiossauro que tenha se adaptado às condições de vida. 

Fontes: 1, 2, 3.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O que são Maritimidade e Continentalidade?



Maritimidade
 e Continentalidade são dois fenômenos associados a distancia de um determinado local em relação a uma porção de água. 
A água retém calor por mais tempo que o solo, armazenando-o durante o dia e o liberando lentamente durante a noite. Ao passar este calor para o ar, a região ao redor é aquecida. Esse fenômeno é a Maritimidade.
Na Continentalidade acontece justamente o contrário, a temperatura é mais amena, pois o solo não absorve o calor do sol por tanto tempo, não havendo assim, a passagem do calor do solo para o ar durante a noite.
Por isso as regiões litorâneas são mais quentes e de temperaturas mais constantes que aquelas mais afastadas.


"Os climas sofrem influências de diversos elementos naturais, como os oceanos e mares. Essa influência ocorre de acordo com a proximidade de uma área do litoral. Em áreas costeiras o clima está sujeito a uma grande influência das águas marítimas e oceânicas. Isso ocorre por que as águas possuem a capacidade de reter calor e liberá-lo de forma lenta. 


Em áreas sujeitas aos efeitos da maritimidade, a amplitude térmica é baixa durante o dia. Na medida em que distanciamos do litoral a variação de temperatura aumenta. 


Em regiões distantes de oceanos e mares o clima sofre influência da continentalidade. Nesse caso, a superfície terrestre absorve calor e se aquece rapidamente, entretanto, o resfriamento é rápido, o que favorece uma variação de temperatura durante o dia (amplitude térmica). 


Um exemplo claro desse processo ocorre na Europa, países banhados por oceanos e mares enfrentam invernos relativamente moderados, enquanto que em áreas distantes de oceanos, como a Rússia, a estação é extremamente rigorosa."

Fonte: Brasil Escola