A Escócia, com uma população de cerca de 5 milhões de pessoas, abrange uma área de mais de 78.000 km2, incluindo 790 ilhas, 6.000 lagos e 600 rios. É uma das quatro nações que compõem a Grã Bretanha (as outras três são Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte), e tem duas línguas nacionais: o inglês e o gaélico.
Durante a sua longa existência, a Escócia foi invadida, saqueada e ocupada por uma série de culturas e sociedades, incluindo os celtas, os romanos, os escoceses, os pictos e os vikings.
A história da Escócia se tornou famosa através do interesse internacional suscitado pela longa disputa entre essas duas nações fronteiriças, Escócia e Inglaterra.
Capital: Edimburgo
População: 5,06 milhões (estimativa 2001)
Densidade demográfica: 64 hab/km2
Nome Oficial: Escócia (em inglês Scotland)
Nacionalidade: escocês
Governo: Monarquia Constitucional
Divisão administrativa: dividida em 32 áreas de concelho
Fundação: 13 de fevereiro de 858.
Idioma: inglês e gaélico escocês (oficiais)
IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,939 (padrão elevado)
A Escócia é conhecida também por suas lendas, uma delas, a mais conhecida é a do Monstro do Lago Ness:
O primeiro relato sobre a existência do Monstro é de 1923. Alfred Cruickshank avistou uma criatura com cerca de 3 metros de comprimento e dorso arqueado. Mas a popularidade chegou somente em 2 de Maio de 1933 quando foi relatado sua aparição pelo jornal local Inverness Courier em uma reportagem cheia de sensacionalismo. No artigo conta-se que um casal viu um monstro aterrorizante a entrar e sair da água. A notícia gerou sensação e um circo chegou mesmo a oferecer 20000 libras pela captura da criatura. A esta oferta seguiu-se uma onda de avistamentos que resultaram em 19 de Abril de 1934 na mais famosa fotografia do monstro, tirada pelo cirurgião R.K. Wilson. A fotografia circulou pela imprensa mundial como prova absoluta da existência real do monstro.
A fotografia era uma fraude e somente em 1994 Marmaduke Wetherell, repórter free lancer do Daily Mail, confessou ter falsificado a fotografia em busca de um furo jornalístico. Wetherell afirmou também que decidiu usar o nome do Dr. Wilson como autor para conferir mais credibildade ao embuste.
Muitos acreditam que o animal seja apenas um Pleiossauro que tenha se adaptado às condições de vida.




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